mudei de blog!

Publicado em 1 às Julho 7, 2009 por giovannamelanie

sim, mudanças são sempre bem-vindas, e eu mudei agora de novo. O blog que atualizo agora é o beyondaclub.blogspot.com, mas ainda é o Lonely Hearts Club.
Obrigada gente, té!

o orgulho um dia vai me matar

Publicado em 1 às Junho 28, 2009 por giovannamelanie

de verdade. Um dia vai! Pessoas orgulhosas, como eu, sabem muito bem do que estou falando. Aliás, pessoas MUITO orgulhosas. Chamar alguem pra conversar no msn, já mexe com o orgulho – ainda mais se é aquele gatinho que você quer ficar – e te deixa com raiva. As vezes muita raiva, as vezes pouca.

Eu tenho aquele orgulho fatal feminino. Não corro atrás de meninos – mesmo as vezes querendo isso – e muito menos dou meu braço a torcer dizendo que amo ele. Porque muitas vezes, dizer que amo é dar o braço a torcer.

Mas por que isso?

Acho que virou o meu medinho, e o de tantas outras meninas, de ser tachada como oferecida, como “fácil”. E a partir do momento que você é tratada desse jeito, você não é valorizada mais. E isso é muito ruim. Não ser levada a sério é realmente um grande problema. Você perde o seu espaço sem ao menos perceber, e, assim, acaba sentindo aos poucos como é ser tratada desse jeito. Consequência? você fica com a auto-estima láááá em baixo.

OK, não vamos agir desse jeito, para evitar esse tipo de comportamento vindo das outras pessoas. Vamos ser somente indiferentes. Resultado: somos frias, chatas, rudes. Ou seja: ficamos sozinhas.

eu pelo menos ainda não encontrei uma maneira de estar no meio termo disso tudo. Enquanto isso, vou seguindo. Mas que é algo que sempre preocupa o tempo todo à nós, meninas, isso é a pura VERDADE.

bjs gente, bom final de semana!

a little less conversation, a little more action!

Publicado em 1 às Junho 28, 2009 por giovannamelanie

fala, fala, fala e nada faz!

esqueci de ter ciúmes

Publicado em desabafos às Junho 16, 2009 por giovannamelanie

Me peguei de surpresa. Não sou ciumenta demais, nem de menos. Mas não posso dizer que nunca me senti, como vou dizer, insegura em relação à outra pessoa.

O mais estranho é que, quando sinto ciumes, fico triste. Só isso. Não sinto a mínima vontade de expressar aquilo, ao contrário, tento esquecer. Guardo pra mim, e é impossível que eu arme a maior confusão e faça escandalos desnecessários.

E só sinto quando gosto de alguém. Quando realmente gosto. Mesmo assim, não sinto ciumes de amigos, acho um tipo de amor muito diferente.

Enfim, esqueci de ter ciúmes. Esqueci de verdade… porque ciumes é algo natural, não é? é algo que vem instantaneamente na nossa mente e nos derruba da pior maneira, não? E isso não aconteceu comigo de novo. Eu ignorei de forma natural, até inconsciente. Acho que me conformei. Fico me questionando se isso é bom, ou ruim. Se se desapegar assim é bom pra mim.

vou pensar um pouco

:*

Dos dias de sol e vento

Publicado em 1 às Junho 2, 2009 por giovannamelanie

O ônibus lhe sacudia a cabeça. Tentava dormir, mas era muito barulho, e realmente sua cabeça começava a doer. Estava com o seu casaco azul marinho, uniforme escolar, e com seus cadernos no colo.

Seu cabelo era solto como sempre, não usava nenhuma maquiagem, tinha um all star sujo nos pés e ainda estava com sono. Era frio, e seus cabelos já dourados com a luz do sol eram levados de maneira irritante à janela, somente se tornando embaraçados.

Esperava sem entusiasmo para voltar para casa. Não que não gostasse de lá, pelo contrário, é porque sabia que o caminho era longo. Então logo se mergulhava nos pensamentos pendentes que quase não tinha tempo para analizar e lá ficava durante uma hora.

Fazia uma limpeza em seu interior. Como não havia música que gostasse para ouvir, tratava de ficar com alguma na cabeça. E assim, pensava, sonolenta, em tudo o que tinha feito (decidindo se aquilo foi bom, ou não) e o que ainda tinha para fazer. Mas a segunda parte a apavorava um pouco, já que não poderia agir de imediato. Estava só dentro do onibus esperando que seu ponto chegasse. E então, fugia das obrigações por alguns minutos.

Nada naquele ônibus lhe chamava atenção. Eram pessoas diferentes, mas aparentemente iguais. Os bancos cinzas, riscados com assinaturas de gente que não tinha o que fazer (como ela) e queria matar o tédio (diferente dela); janelas grandes que mais pareciam plástico, de tão embaçadas, e o som da campainha que tocavam para mostrar ao motorista (as vezes paciente, as vezes não) que queriam sair.

Finalmente estava perto do seu ponto. E odiava quando não lhe restava lugares individuais para sentar, então teria que se sentar em duplas. Ela sempre gostava da parte do banco perto da janela, porque lá observava toda a cidade. Mas era ruim quando tinha que ir embora. Sempre tropeçava na pessoa ao se lado (lhe faltava um pouco de equilíbrio).

Finalmente estava perto de casa, e andava lentamente para chegar a sua rua. Era sempre umas 16h30, e o sol fazia com que seus olhos ficassem apertados demais para poder enxergar nitidamente. Na parte de cima da rua, junto a uma sombra, sua cadelinha lhe esperava deitada. Quando a via, logo pegava a chave dentro de sua bolsa e a chacoalhava, assim chamando a atenção da cachorrinha para que viesse logo para casa.

E então descia a rua com lágrimas saindo de seus olhos (o sol era realmente ardido) e chegava ao portão.

E então abria, entrava em casa. E seu dia acabava.

frio

O que estou sentindo agora?

Publicado em filosofando às Maio 27, 2009 por giovannamelanie

Sinto vontade de escrever aqui, de mudar, de tentar ser criativa. Talvez Pink Floyd esteja me influenciando nesses ultimos tempos, ou talvez não.

A questão é que o tédio é direcionado ao blog, que é direcionado para “administração”, que é direcionada a “novo post” que é direcionado ao “criar post” e depois,  direcionado à minha mente e à minha imaginação. E, como muitas vezes, pode não dar certo, e logo a tentativa frustrada de não se conseguir escrever algo bom aparece, fechando a janela do Lonely Hearts Club.

Então, será que sou capaz de ler minha mente e minhas reações momentâneas neste exato momento que escrevo? Vou tentar, e se não der um resultado bom, pelo menos terei o consolo de saber que tentei.

Agora sinto que estou feliz por dentro. O que me dá menos motivos para escrever aqui, pois a tristeza é uma ótima fonte de inspiração para sites pessoais (e admito que ela já foi essa tal fonte muitas vezes por aqui – para não dizer todas as vezes) e todo mundo se comove com isso, se encontra, se identifica… A questão é que cada vez mais que você fala sobre ela (ou pior, escreve), você mais a vive. Ela te prende. Você vira prisioneiro – para não dizer viciado – do próprio sentimento que pode (e te faz) mal. E quando você se dá conta, muito tempo já passou, e você parou no tempo, com suas lembranças, arrependimentos e etc que não fazem mais aquela diferença realmente significativa em sua vida.

Ah, e isso não vale só pra blogs não. O que seria da música, do cinema, da literatura, do teatro, se não houvesse essa pequena tristeza que faz parte da mente humana? Não haveria quase nenhuma inspiração, já que a felicidade é algo MUITO mais dificil de ser descrevido. O máximo que conseguimos são exemplos das coisas pequenas da natureza, da amizade e blablabla que já são muito mencionadas em qualquer lugar.

Então, tudo o que é bom é mais dificil de ser feito. O humor é mais dificil de ser feito que o drama, o amor é mais dificil de ser descrevido que a solidão, a felicidade é mais difícil de ser descrevida que a tristeza.

Deve ser por isso que valorizamos tanto. Porque é algo difícil de se ter. DIFÍCIL, DIFÍCIL, DIFÍCIL, que causa uma  sensação extrema de satisfação quando conseguimos apanhá-los. E isso faz uma grande e incomparável reação de outro sentimento feliz, o qual produz mais um, e produz mais outro…


O apice do sentimento

Publicado em 1 às Maio 25, 2009 por giovannamelanie

UHUM, eu já sou um pouquinho revoltada com depoimentos prontos. E ainda vi comunidades no orkut sobre isso… achei tão estranho. Pessoas querendo ser iguais, até quando descrevem seus sentimentos em relação a alguém. Po, achei que pelo menos um DEPOIMENTO deveria ser um POUQUINHO mais pessoal.
Enfim, quando lia um tópico dessa comunidade, me assustei mais ainda. Sim, havia uma menina que estava disposta a ser especialista em criação de depoimentos (só pode ser). Ela escreveu assim: Gente, mandem o que vocês querem dizer pra alguém que eu escrevo pra vocês! (¬¬)
E teve 549843212 de pessoas que mandaram. E ela escreveu. Incrível. OK, agora eu sei porque somos chamados de aborrecentes!

http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=257005
http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=529299
http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=1664517

(Detalhe: só gente descolada e com super estilo nas capas das comunidades!)

Aborrecente?

Publicado em 1 às Maio 25, 2009 por giovannamelanie

Realmente odeio essa expressão. Bah, que mania mais chata é essa de querer fazer da fase da adolescência desculpa para certas ocasiões?
Ex.:
1 – Estou atrasada porque acordei tarde devido às minhas novas mudanças fisícas. Na adolescência é comum se dormir mais. (A-HAM.)
2 – tenho 49841351681 de namorados porque meus hormonios estão aflorados. (A-HAM 2)
3 – Sou uma rebelde sem causa porque nessa fase nova da minha vida, é comum me sentir mais irritada. (¬¬)
4 – etc.
Claro que já existem estudos e mais estudos comprovando tudo isso… mas levar ao extremo todas essas mudanças (que em muitas pessoas, como eu, quase não aconteceram) é algo bem oportunista. Sempre me irrito com essa gentinha que fala coisas assim, porque não é realmente, REALMENTE mesmo, verdade. É só mais uma desculpinha hiper mega ultra esfarrapada.
E poxa, vamos tentar não envergonhar essa fase. Ela é muito bonita, uma fase de descobertas… Não vamos fazer ataques de ciumes e gritar feito loucos, porque isso é queima-filme, só isso, não é adolescente.
bjsmil.

Tragédia nossa de cada dia

Publicado em 1 às Maio 9, 2009 por giovannamelanie

Ontem eu estava assistindo TV, mais precisamente ao jornal de notícias. Aí vi que tem muita tragédia e tal, mas nada que pudesse ser berrante. Enfim, me lembrei de casos extremos da mídia de sensacionalismo… por que será que isso existe?

Está certo que a mídia brasileira usa muito e descaradamente esse recurso. E todos sabemos que o que mais a TV, rádio e internet querem é chamar a atenção daqueles que estão disponíveis a utiliza-los. Certa disso, cheguei a conclusão que esses meios de comunicação nada mais são do que um reflexo do desejo de consumo da própria sociedade – ou da sua maioria.

Tragédia é algo realmente terrível. Então por que são tão comuns no cotidiano da mídia? Por que a população – em parte, claro – gosta tanto de se ver julgando fatos que muitas vezes podem até não influenciar sua vida de algum jeito?

Será que a tragédia que é publicada é tão “admirada” pela maioria das pessoas por servir como uma válvula de escape, e, consequentemente, tira de alguma maneira a culpa de que quem assiste não seja tão ruim assim, como aqueles que são alvos de sensacionalismo? é algo para poder pensar.

Ver atitudes incoerentes de outras pessoas nos faz pensarmos sermos melhores do que realmente somos… talvez possa ser servido como certo consolo: aquele que sempre buscamos enquanto vivemos. Não que todas as pessoas ajam do mesmo jeito, mas essa foi a única resposta que consegui encontrar que realmente desvendasse esta certa obsessão vinda das pessoas. A partir do contato com a tragédia, falcatrua, etc, vinda do próximo, nos vemos com ” a moral” de julgarmos aquilo que não está ao nosso alcance.

Seria mais fácil se cada um fosse realmente neutro em relação à certas coisas, atitudes, que passam nesses meios de comunicação. Só assim poderíamos usufruir destes, de maneira que aumentem nossa capacidade intelectual e sejam produtivos, já que eles influenciam, sim, a população.

quero batom!

Publicado em 1 às Maio 6, 2009 por giovannamelanie

ahhh, não adianta. Virou meu pequeno “vício” o batom de cor um pouquiiinho mais forte. O pior de tudo é que eu adoro e, que  assusta um pouco as pessoas.

Vira e mexe me falam: “NOSSA, que batonzinho ein.” Haha, eu até ligo no começo, mas prefiro me sentir bem antes de tudo. Mas sei lá, não uso esse tipo de batom o tempo todo, né. Se não fica bem forçado.

Talvez essa minha admiração por esse tipo de cor venha lá do fundo do baú na minha infância (nostalgia de novo, ok ok ¬) quando eu assistia “A Usurpadora” hahaha, eu adorava. O maior símbolo da diva Paola Bracho era, além da sua gargalhada fatal, o seu batom super escuro. E claro, ela tinha um cabelo liiiiindo também.

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sem falar que quase todas as  divas cinderellaamavam um “batonzinho” para realçar os lábios.marilyn_monroe_460

cantando

e… da onde vem o batom?

Há boatos que o batom venha a ser utilizado há muito tempo, na época dos anos dourados do Egito. O busto da Nefertiti (”A bela chegou”), prova que as mulheres egípcias já coloriam os lábios para atrair a figura masculina.

Por toda a história da humanidade, o batom foi classificado como somente um instrumento de sedução, manipulação e poder feminino (haha). Na Grécia, no século II, havia uma lei que não permitia que mulheres usassem o pigmento labial antes de se casarem.  Na Espanha, no séculoVI, só usavam o batom as mulheres de classe baixa. O tempo passou e este começou a virar característica de mulheres assanhadas (não concordo, bjs). Em 1770, o parlamento inglês decretou que seria proibida a  utilização da maquiagem por ser utilizada para manipular os homens (mentira deles, fracos! haha).

Já em 1921, o batom ganhou o formato de estojo e começou a ser comercializado em Paris. Teve até gente que foi capa de jornal por utilizá-lo, quebrando tabus.  Mas aí a coisa melhorou e em 1930 o batom invadiu a boca das americanas, e, por fim, virou mania no mundo todo (como quase tudo que é americano).

Podem existir várias cores, as quais devem ser usadas se acordo com a cor da pele da pessoa, pra não existir um contraste muito grande entre os dois.

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“Lábios como a rosa, cabelos cor de ébano, pele branca como a neve.”

é isso ai gente!

espero que gostem rs

beijos, Gio!