Arquivo de Abril, 2009

é, hm, Bullying.

Posted in 1 on Abril 28, 2009 by giovannamelanie

Oi gente. Hoje estou motivada pra escrever, então, lá vou eu.

Sempre quis falar desse assunto, que muitas vezes pode não ser levado a sério, mas que traz sequelas gravíssimas na vida de uma pessoa. Essa é a prática do Bullying.

O que é o Bullying?

primeiro, a palavra vem do inglês e retrata situações de agressões continuadas, permanentes, que tanto podem ser físicas e/ou psicológicas. A palavra vem de Bully, tendo como tradução “valentão”. O Bullying pode ser praticado por um grupo de pessoas ou por somente um indivíduo, que agride aquele que não consegue se defender, tendo como sentimento a sensação de domínio sobre o outro.

A prática pode acontecer em vários lugares, tendo como o mais comum o ambiente escolar. Dan Olweus, cientista Sueco, define o Bullying em 3 itens essenciais:

  1. o comportamento é agressivo e negativo;
  2. o comportamento é executado repetidamente;
  3. o comportamento ocorre num relacionamento onde há um desequilíbrio de poder entre as partes envolvidas.

O Bullying pode ser tanto direto quanto indireto; O direto está mais comum no sexo masculino, e o indireto no feminino e também na infância.

Quem são os agressores?

São denominados de Bullies, os quais tem uma alevada auto-estima, se preocupando muito com a própria imagem e empenho em ações obsessivas ou rígidas.

O Bullying não envolve necessariamente a agressão física. Na maioria das vezes, é resoltado de agressões verbais, que abusam do psicológico da vítima.

Se essa prática estiver perto do seu cotidiano, se você estiver sofrendo o próprio bullying, não deixe de denunciar a prática. Os Bullies que são detectados na fase escolar deve ser reeducados afim de evitar conflitos e complicações que envolvem práticas perigosas em seu futuro.

As vítimas devem ter ajuda de amigos e familia para poderem conseguir superar os traumas.

“(…) Portanto quem sofre bullying é três vezes vítima:
Do agressor – que a ataca; de si própria – pois se sente impotente diante da situação;
do grupo – que escolhe um bode expiatório para transformar em um “bidê
expiatório”. Então fica assim: Eu ‐agressor e grupo espectador‐ sou ótimo, ela ‐a
vítima‐ é que é problemática, limitada, fracassada, coitada e por aí vai…
A vítima, geralmente ingênua, não sabe se defender, ou sua ética pessoal não permite
que use as mesmas armas de ataque contra o agressor e faça o mesmo jogo, ou então
não consegue ter atitudes incisivas que dêem um limite aos agressores. Muitas vezes,
deixa‐se derrotar pelos agressores. Outras vezes, acaba acreditando que é mesmo
tudo aquilo que o agressor e seus aliados lhe imputam como características ou limitações (…)”

Trecho de “Bullying, como enfrentar?” do Jornal Jovem, Por Sônia Makaron.

“Situações que podem indicar Bullying:

- Demonstrar falta de vontade de ir à escola.

- Sentir-se mal perto da hora de sair de casa.

- Pedir para trocar de escola.

- Revelar medo de ir ou voltar da escola.

- Pedir sempre para ser levado à escola.

- Mudar freqüentemente o trajeto entre a casa e a escola.

- Apresentar baixo rendimento escolar.

- Voltar da escola, repetidamente, com roupas ou livros rasgados.

- Chegar muitas vezes em casa com machucados inexplicáveis.

- Tornar-se uma pessoa fechada, arredia.

- Parecer angustiado, ansioso, deprimido.

- Apresentar manifestações de baixa auto-estima.

- Ter pesadelos freqüentes, chegando a gritar “socorro” ou “me deixa” durante o sono.

- “Perder”, repetidas vezes, seus pertences, seu dinheiro.

- Pedir sempre mais dinheiro ou começar a tirar dinheiro da família.

- Evitar falar sobre o que está acontecendo, ou dar desculpas pouco convincentes para tudo.

- Tentar ou cometer suicídio.”

Assim, podemos tirar conclusões de que sim, o Bullying é um problema que precisa ser resolvido rapidamente, antes que várias alternativas totalmente extremistas das vítimas possam ser cometidas.

é isso aí pessoal (:

beijos, gio!



Esporte de Amar

Posted in 1 on Abril 28, 2009 by giovannamelanie

Foi a melhor definição que já encontrei sobre amor. O esporte de amar. Porque nada adianta  se sentir amor e não “agir” o amor.

No esporte, a gente começa devagarinho, com pequenos passos e pesos, e depois evoluímos para um estado muito maior, de  maior dificuldade, mas que mesmo assim nos parece quase fácil. Amar não é diferente disso. Se amo, vou demonstrar, vou agir, vou ser o amor. O amor se torna o meu hobbie, o meu prazer, o meu hábito. Sem ele, não vivo bem. Mas a quem vou amar?

A resposta pode estar do meu lado agora. Minha família, é o que vai ser a base do meu novo esporte,  o mais importante de todos. Eu não vivo bem, sinceramente, sem o amor e a união da minha família. Não existe pessoa que ama aos outros mais que a sua mãe, os seus irmãos. Quem realmente te ajudará nas suas mais piores e mais difíceis situações serão aqueles que convivem com você todos os dias. Podem ser contra  as suas opiniões, você pode berrar, brigar, se trancar no quarto, e virar um rebelde sem causa, que eles podem (ou não) mudar de opinião. Mas o que mais percebi, principalmente nessa fase de minha vida, foi que não devo (e nem quero) ser contra a pessoa que mais pratica o esporte de amor comigo: minha mãe.

“Giovanna, escreve o que sua mãe tá falando”. E eu não escrevia, não recordava, NÃO queria recordar. Era contra o que eu queria. Então eu fiz, e, quem estava certa? Minha mãe.

Lógico. Quem sou eu para querer saber tudo sobre a vida? Eu ainda estou em andamento de aprendizado  para tomar decisões de atitudes difíceis, e sou guiada pelo farol é a minha mãe. Ela sabe de tudo: basta bater o olho em um “amigo” novo meu, que já define se ele (a) será uma boa companhia. Não adianta ser contra… no final quem tem a razão sobre tudo que me cerca é minha mãe. Ela sempre quer o meu bem, mesmo eu achando às vezes que não ( e estou completamente errada).

Por tudo isso, eu percebo como é o meu esporte de amar. Amar é um conjunto de coisas, sentimentos, atitudes e etc que forma essa palavra altamente complexa e o seu significado. Assim, vou amando, pouco a pouco, abrindo os olhos para a vida e percebendo quem realmente gosta de mim, de VERDADE.

Minha mãe sempre me disse: Giovanna, você conta em uma só mão o número de amigos que tem. O resto são colegas. Não fale a palavra “amigo” da boca pra fora. E realmente percebo que isso faz total sentido. O bom é que não me sinto mal por isso.

Enfim, eu amo a pessoa que mais me ama no mundo.

Parabéns pelos seus dias, Ivone, pois são todos.

te amo, de novo, todo dia, de novo e de novo. Pra sempre.

Aloha!

Posted in 1 on Abril 25, 2009 by giovannamelanie

Oi gente. Hoje é um dia de sábado, tá friozinho, e eu amo, né. Então, sem nada pra fazer, eu percebi que deveria mudar o meu blog um “pouquinho” só. Coffee Break me ejoou um pouco, então resolvi que meu blog agora será o Lonely Hearts Club, mudando um pouquinho o foco do meu “antigo” blog, mas nada que vá fazer uma big de uma diferença, hehe.
Ah, e tá aí o motivo da metamorfose:

até
gio

Posted in 1 on Abril 23, 2009 by giovannamelanie

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Posted in 1 on Abril 23, 2009 by giovannamelanie

Na verdade ela não gostava de tocar no assunto. Não mesmo. Toda vez que falava daquilo, lhe faltava ar, muito ar… uma agonia ia consumindo o peito e ela precisava ficar quieta e em paz para poder passar.
Mas toda vez era daquele jeito. Tocar naquela ferida lhe trazia as angustias que já havia sofrido, e, o pior, parecia que ela vivia novamente aquela situação pessimamente desesperadora que já tinha passado. Que, pelo que parece, já tinha passado…
Pode se passar dias, semanas, meses e anos que a sensação não irá perder a chance de novamente aparecer.
Por uma simples conversa tudo vinha à tona: um ambiente verde, o hospital, um banquinho preto, uma espera que de 5 minutos virava milhões de anos, um choro escondido, uma fraqueza interna, uma preocupação alarmante, uma salinha para rezar, o calor, a chuva: tudo lhe fazia faltar o ar, o tão escasso ar que desaparecia, insuficiente.
E ela então se perguntava: será que um dia isso realmente vai passar?

Robô

Posted in 1 on Abril 2, 2009 by giovannamelanie

Quase sempre ocorre isso comigo. Rotina é bom e ruim, não sei definir o que realmente é, mas deve ser algo dos dois, um pouco de cada um, é algo estranho ao mesmo tempo. Sem você querer, seu corpo já faz movimentos que está acostumado sem você nem ao menos pensar sobre aquilo. Hoje mesmo eu estava indo para um curso a pé, como sempre, e quando me dei conta já tinha chegado. Fiquei viajando em pensamentos enquanto meu corpo trabalhava, sem quase nenhum mandamento. Estranho, né? Fico até meio tonta quando isso acontece, mas é tão bom perceber o quão é incrível é essa força que move a gente a fazer sempre a mesma coisa, do mesmo jeito… Passar sempre pelo mesmo matinho, pelo caminho cortado, ver as mesmas pessoas, enfim, ficar literalmente programado a fazer as atividades, como um robô mesmo. E o pior de tudo isso é que quando se faz uma coisa diferente, parece que suas ações são erradas. Elas fogem do comum, do seu comum, fogem da sua rotina, do seu pensamento cotidiano. É um “choque” misturado com felicidade e ao mesmo tempo um medinho, aquele medinho de que uma hora vai acabar. Aquele medinho que não deixa alçar os horizontes e dar vida à rotina. Aquele medinho que te deixa em casa no final-de-semana preso no computador e no pc. Aquele medinho de mandar uma roupa fazer, ou até mesmo fazer sua própria roupa. Aquele medo da felicidade que todos as pessoas tem, de “tá bom demais pra ser verdade”, de querer voltar à dura e CHATA realidade de todos os dias e não enxergar quase nenhuma cor. De dar AS MESMAS risadas pelas MESMAS coisas. Aquela prisão interior que parece ser pequena, mas que dá atitudes idiotas e inseguras.
Aquilo que quero DELETAR de mim ó, e sem ressentimentos.